27 de fevereiro de 2015

Resposta ao Diogo Caetano

Conforme já tive a oportunidade de transmitir ao Dr. Diogo Caetano e ele já me respondeu, a propósito do seu artigo publicado no Correio dos Açores de 26 de Março, com o título “Caça Hemorrágica”, refiro que existem caçadores e “caçadores”, razão porque quando se aborda o tema da caça não se podem fazer generalizações, inclusivamente, não fosse o contributo dos caçadores (sem aspas) por este Mundo fora e algumas espécies de aves e mesmo de outros exemplares do mundo animal, já teriam sido extintas. Acresce, que não partilho da ideia que nos Açores o coelho-bravo seja uma “praga das culturas agrícolas”.
Numa fase em que os Açores optaram, e bem, por uma marca em que a nossa Natureza é altamente valorizada, o caçador açoriano deve estar na primeira linha da defesa do ambiente e no qual se inclui o coelho-bravo, razão porque nos dias de hoje não me revejo na sua “Caça Hemorrágica”.


Gualter Furtado
Correio dos Açores, 27 de Fevereiro de 2015